O trabalho daquela posição não desaparece quando a cadeira está vazia. Ele vira custo em três lugares:
O salário mensal de R$ 0 multiplicado por 13,33 (12 salários + 13º + 1/3 de férias) dá o quanto sua empresa investe por ano nessa posição, antes dos encargos: R$ 0.
Sobre esse valor incidem os encargos trabalhistas (INSS patronal, FGTS, RAT e Sistema S), que somam aproximadamente 40%. Isso eleva o investimento anual da posição para R$ 0 — esse é o mínimo que a posição precisa gerar de valor para se pagar. Não é a produção exata da pessoa, é uma referência de custo.
Dividindo esse valor pelos 252 dias úteis do ano (R$ 0 ÷ 252), cada dia útil que a posição está ocupada e produzindo representa R$ 0.
Um cargo de nível técnico tem um impacto que vai além do próprio salário, porque a ausência dessa posição sobrecarrega o trabalho de outras pessoas. Por isso aplicamos um fator de ajuste de 1,1x sobre o valor por dia (R$ 0 × 1,1), chegando a R$ 0 de impacto por dia útil parado.
Os 0 dias corridos em aberto equivalem a cerca de 0 dias úteis (considerando 5 dias úteis por semana). R$ 0 x 0 dias úteis com a cadeira vazia = R$ 0 de impacto operacional acumulado até hoje.
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